A minha palavra é a única coisa de que realmente preciso

Cinco letras: Yan Ge. Chegou a Macau com uns olhos muito grandes e muitos negros, uma cara muito redonda como se a lua, um sorriso que guardava uma certa infantilidade e a convicção de que nunca subiria ao palanque para falar ao público sem um copo de vinho. Foi a única autora que fez disso regra.