Versos em rock’n’roll

Bruce Lou foi guitarrista de uma banda de rock’n’roll de Macau e essa experiência influenciou o seu estilo poético. Não escondendo a sua febre pela música, Bruce coloca elementos musicais em grande exposição nesta colecção. Logo a partir do título, deduzimos esse tom particular.

Série caracteres: 口 (boca)

Iniciamos agora a segunda série de caracteres chineses, relacionada com as diferentes partes e órgãos do corpo humano. O carácter 口 (kǒu) significa “boca” ou “abertura”. Nas suas formas mais antigas o carácter teve um desenho mais arredondado ou mais alongado, ao passo que na sua versão presente é um quadrado.

Sistemas de romanização/transliteração da língua chinesa

Nesta série de textos sobre os caracteres chineses utilizamos dois tipos de romanização. A romanização segundo o sistema pinyin, a partir do mandarim, que, na actualidade, é praticamente a única utilizada para o Putonghua (普通话), isto é, o mandarim. A ele juntamos três sistemas de romanização do dialecto cantonense: o sistema Yale, que tem sido … Continue a ler Sistemas de romanização/transliteração da língua chinesa

Esconder o sorriso (II)

Voltanto ao “mistério” das chinesas esconderem a boca quando se riem de uma piada (mais ou menos irreverente), a nossa colaboradora Yu Yin (余音), da província de Guangdong, responde que esse comportamento se enquadra no conceito antigo, dos tempos imperiais, de que é suposto as senhoras comportarem-se como verdadeiras shūnü (淑女), isto é, damas ou fidalgas,.

Sheng Keyi, uma escritora a subir a montanha

Ouvi o nome Sheng Keyi devido a Northern Girls, primeiro romance da autora traduzido para inglês e publicado pela Penguin, sobre jovens mulheres da China nortenha e rural que viajam para a sulista província de Cantão em busca de uma vida melhor. “Escreve o que conheces”, aconselha Mark Twain. E Sheng Keyi, que nasceu na província de Hunan, bem nas margens do rio Lanxi, fez isso mesmo.

30 anos revista MACAU: A carimbadela no umbigo

No início do décimo oitavo dia da quinta lua, seguindo o calendário chinês, decorre um ritual no templo de Na Cha, entre as travessas de D. Quixote e de Sancho Pança, a que se chama “carimbadela no umbigo”. Trata-se de uma cerimónia “protectora e demonífuga”, conforme se lê num artigo de Cecília Jorge, publicado na edição de Junho de 1992 da revista MACAU.