Chegou o ano do Galo!

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FOTO: CARLOS GONÇALVES

A meia-noite de 27 para 28 de Janeiro de 2017 é o momento em que a China e as comunidades chinesas espalhadas pelo mundo assinalam ruidosa e alegremente a chegada do ano do Galo. É a festa por excelência, toda a gente na rua, nos templos, restaurantes (para reuniões familiares). Digamos que é uma espécie de fusão do Natal e do Ano Novo do Ocidente numa única e extrema celebração.
Para quem se interessa pelo que dizem os signos, aqui vai um resumo. O “mau da fita” do ano é claramente o Coelho, pois está em choque directo com o Galo, há um “choque de energias”. Não é necessariamente mau mas no mínimo será um ano turbulento, de mudanças.
Em segundo lugar vem o próprio Galo, pois dois galos numa mesma capoeira é demais: isto é, haverá muita competição.
Do lado bom, 2017 vai beneficiar o Dragão e o Cavalo. Ano de festa para os dois. Boas notícias também para os Búfalos e Serpentes, já que pertencem à mesma família do Galo. Estarão a jogar “em casa”.
Para o Tigre e para o Macaco os almanaques dizem que 2017 só poderá ser melhor do que o ano precedente, que não terá sido grande coisa para aqueles dois signos, sobretudo para o Tigre. Será, no mínimo, o alívio e o começo de um novo capítulo.
Para os restantes o ano será “mais ou menos”, melhor para umas coisas e pior para outras.
Uma nota final: o Cavalo andará irresistível no amor e as mulheres do Cão estarão particularmente atraentes.
Entretanto se quer ficar a saber mais sobre a Festa da Primavera, como também é conhecida a festividade do Ano Novo Chinês, pode ler a última edição da revista MACAU (edição portuguesa), que tradicionalmente apresenta muita informação relacionada com esta temática. revista-macau_capaNeste número, edição de Fevereiro, pode ficar então a conhecer mais a fundo as previsões dos almanaques chineses para o ano (de acordo com o signo do nascimento de cada um) e as peculiaridades culturais que acompanham esta festividade maior.
Rui Rocha assina um artigo sobre a simbologia do Galo, não só na China e Ásia em geral mas também na Europa (incluindo Portugal), Catarina Domingues escreve sobre o significado cultural do evento (depois de conversar com especialistas) e Andreia Sofia Silva visitou um adivinho conceituado para descobrir os segredos e as superstições milenares.
A revista pode ser adquirida na Livraria Portuguesa de Macau e, mais tarde, vai estar também disponível noutros locais, como na Livraria do Turismo de Macau, na Avenida 5 de Outubro, n.º 115, em Lisboa. Pode consultar também a edição de Fevereiro no website www.revistamacau.com – é só clicar na capa da última edição e lê-la em versão ISSUU – e na aplicação móvel “revista Macau”, edição 54.

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