O poema de Bai Juyi

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Falámos em dois posts anteriores do poema de Bai Juyi (ou a ele atribuído) e da sua relação com o nome popular da Torre de Cantão. Pode recordar aqui e aqui.

Eis uma tradução livre desse poema:

“Os lábios de Fan Su, vermelhos como uma cereja
A cintura de Xiao Man, fina como um ramo de salgueiro
As sobrancelhas desenhadas em ciano carregado
A pele tão branca como a neve
Olhando para trás e lançando um sorriso enquanto passa
Deixando o fascínio pela cidade toda, pelo país todo”

Nota: este poema, sem título, não é dos mais conhecidos de Bai Juyi e nem sequer consta das antologias traduzidas para línguas ocidentais.

Para os curiosos e/ou conhecedores da língua chinesa, eis a versão chinesa original (em caracteres simplificados), com a respectiva romanização para hanyu pinyin:

樱桃樊素口 yīng táo fán sù kǒu
杨柳小蛮腰 yáng liǔ xiǎo mán yāo
黛青描画眉 dài qīng miáo huà méi
凝脂若雪肤 níng zhī ruò xuě fū
回眸一笑过 huí móu yí xiào guò
倾国倾人城 qīng guó qīng rén chéng

Leia também:

Quem foi Bai Juyi?

2 thoughts on “O poema de Bai Juyi

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